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	<title>Atma Shala</title>
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	<description>Yoga: Hatha, Ashtanga, Iyengar, Vinyasa Flow , Meditação Produtos da India, Incensos, Instrumentos Indianos, Decoração, Vestuario! Terapias, Massagens, Astrologia, Vedanta, Porto Alegre</description>
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		<title>Atma Shala</title>
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		<title>Meditação e Mantras</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 15:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hatha, Ashtanga, Iyengar Yoga, meditação</dc:creator>
				<category><![CDATA[FILOSOFIA DO YOGA]]></category>

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		<description><![CDATA[JAPA, ou recitação de mantras, é a prática espiritual de devoção repetindo um mantra, geralmente um número especificado de vezes, como 108, muitas vezes cantando com um rosario de contas, chamado japa mala, enquanto a consciência se concentrar sobre o significado do mantra. A repetição deve ser devidamente lenta. Isso leva punya, O mérito, ao [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2870&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JAPA, ou recitação de mantras, é a prática espiritual de devoção repetindo um mantra, geralmente um número especificado de vezes, como 108, muitas vezes cantando com um rosario de contas, chamado japa mala, enquanto a consciência se concentrar sobre o significado do mantra. A repetição deve ser devidamente lenta. Isso leva punya, O mérito, ao praticante desta meditação. Não deve ser irrefletidamente mecânica ou apressada, Tal negligência, casual mostra desprezo pelas tradições contemplativa e traz &#8220;papa&#8221;, demérito, ao praticante, criando conflitos internos, e agitação para todos os interessados. Japa é uma forma de culto devocional, invocação, de súplica, louvor, adoração, meditação e direta comunhão espiritual. Japa fornece um meio para libertar nossos pensamentos e as nossas memórias do passado &#8211; principalmente os maus. A repetição destes mantras traz resultados positivos, edificantes, eleva a consciência e faz com que o muladhara chakra se energize de forma plena. Os antigos sabios (rishis) fizeram deste conhecimento da Palavra (Mantra) uma ciência e possibilito a absorção de suas mentes para o mundo interior, invocando as divindades e Deuses (devas) através de hinos védicos, orações e mantras. Este som, era apenas o Senhor do universo. Sua palavra era com ele. Esta Palavra foi seu segundo. Ele contemplou. Ele disse: &#8220;vou entregar essa Palavra para que ela irá produzir e pôr em prática todo este mundo.&#8221; Sama Veda, Tandya Maha Brahmana 20.14.2. VE, 107 A mantra é infinito, imenso, além de tudo isso &#8230;. Todos os deuses, os espíritos celestes, homens e animais vivos na palavra. Em todos os mundos encontram o seu apoio no mantra. Krishna Yajur Veda, Taittiriya Brahmana 2.8.8.4. VE, 107 A visão Védica traz a confirmação de que o aumento da física moderna está no caminho certo. teorias quântica de campos electromagnéticos nos dizen que, de fato, não existe tal coisa como matéria. Existem apenas campos de força do tempo e do espaço que são observáveis em diferentes intensidades. Assim, um átomo de carbono não é uma pequena porção de materia, é um campo de força tempo-espaço-energia de uma intensidade particular. Os físicos nucleares podem alterar os campos de energia da força em uma câmara e transformar um elemento para outro. Se soubéssemos o mantra de carbono e pode dizer-lo corretamente, que faria com que o campo de força especial de tempo, espaço e energia para agir e algumas de carbono precipitado. Alguns praticantes do ocultismo pode realmente fazer isso com as suas mentes e causar que objetos apareçam. Essa pratica nos mostra a correspondência que existe entre a mente, som e forma. Esta é a realidade de base mística por trás dos mantras. O que é importante para que nós percebemos é que cada Divinidade pode ser vivida, expressa, na forma de um mantra que corresponda. Este fenômeno é semelhante a alguém lembrar do seu nome ao invés de seu rosto. Quando nós expressamos como um mantra, nós invocamos a Divinidade, Então, nós sentimos a Sua presença e desfrutamos dela. Yogaswami deu grande ênfase sobre o desempenho do japa, repetindo o nome do Senhor, com concentração e sentimento. Esta grande Filosofo (jnani) explicou: &#8220;Nós não podemos esquecer que o mantra é a vida, que mantram é ação, que mantram é amor e que japa, a repetição do mantra, a sabedoria que brota de dentro. Japa Yoga é o primer yoga a ser realizado com o objetivo do conhecimento ( jnana). Repetindo mantras lentamente purificamos nossa mente. Da mesma forma, japa limpa a mente de impurezas. Um Mala pode conter contas que também formam divisões de 108, de modo que o mesmo cálculo possa ser mantido. Chegar ao &#8220;Meru&#8221;, a conta central no mala, mostra que você fez o seu &#8220;japa&#8221; por 108 vezes. Completar o circuito de 108 mantras é um passo a mais no caminho da elevação espiritual. Cada Volta realizada no &#8220;Mala&#8221;, é um degrau na escada para a união com o éter divino. Um &#8220;mala&#8221; estimula seu usuário a fazer os &#8220;japas&#8221; diariamente. O Mala é utilizado para contar mantras em grupos de 108 repetições. A palavra mantra vem do sânscrito, &#8220;man&#8221; que significa &#8220;mente&#8221; ou &#8220;pensamento&#8221; e &#8220;tra&#8221; significa &#8220;proteger&#8221; &#8220;socorrer&#8221;. Assim, mantra quer dizer : proteger nossas mentes de maus pensamentos. Os mantras são um meio de comunicação espiritual das religiões hindu e budista. Um mantra sagrado é normalmente entoado em sânscrito. Quem entoa mantras busca a intercessão espiritual. Uma forma de orar repetidamente, a fim de magnetizar as energias de uma determinada divindade. Praticamente todas as religiões entoam alguma forma de oração para a comunhão espiritual com seres mais elevados. Mantra é formado por palavras em sânscrito com poderes para elevar a consciência, promover a cura, solucionar problemas, conseguir proteção e direção espiritual, manifestar desejos e muito mais. Entoar mantras é uma forma de meditação. Uma pessoa entoa mantras repetidas vezes, em murmúrio ou em alto tom. A mente focaliza-se no conteúdo do mantra e os pensamentos tornam-se positivos e poderosos, a respiração deve ser lenta e profunda. Como Cantar no Mala Segurando o seu cordão de contas, o &#8220;Japa Mala&#8221;, na mão direita, deixe que ele escorregar sobre o dedo do meio (o dedo do céu, o dedo mais longo). O dedo indicador não deve tocar as contas, ficando estendido durante todo o período da entoação dos mantras, o &#8220;japa&#8221;. Comece sempre pela conta seguinte à grande conta, o &#8220;meru&#8221;, que significa &#8220;montanha&#8221;, e não deve ser contado, nem tocado pelo dedo do polegar, o Meru é apenas o ponto inicial e final da contagem das contas. Puxe as contas de seu Mala sempre em sua direção, uma a uma, entre seu dedo polegar e o dedo do meio, usando seu polegar para “contar” e puxar cada conta, puxando levemente, enquanto recita o mantra escolhido, e movendo para a próxima conta, até completar a série de 108 contas de seu mala, entoando seu mantra escolhido, por 108 vezes seguidas, ou mais. Uma conta é puxada por cada repetição do mantra. O polegar representa seu chakra da garganta e o dedo do meio representa o éter divino no chakra do coração. Assim, como estamos nos comunicando com seres elevados do plano etéreo, este mudra aumentará nosso poder de comunicação espiritual. Mantenha a mente firme prestando a atenção em sua respiração, nas contas e em seu mantra. Enquanto puxa uma conta, inale, entoe o mantra, enquanto exala. Um Mala foi feito para ser utilizado em harmonia e com muita calma e firmeza em suas palavras. Uma vez que você alcance o Meru, caso queira continuar mais 108 vezes, não o ultrapasse. O Meru é a conta estática do Mala. Vire as contas ao redor e continue na direção inversa. Isto se faz necessário por que quando puxamos as contas ganhamos um espaço entre elas, assim juntamos as contas que ficaram para trás, se formos em frente pelo caminho que começamos, encontraremos as contas muito juntas do outro lado do Meru, e o polegar não poderá fazer o &#8220;mudra da riqueza espiritual&#8221;, que toca estes dois dedos a cada puxada. O Japa Malas pode ajudá-lo a tirar a tensão, a ansiedade, o medo e levará você a atingir níveis mais altos de consciência e realização espiritual. A utilização de Japa Malas aumenta a felicidade e a capacidade de meditação. As contas de Japa dão mais foco e maior determinação a quem às utiliza. Um mala pode ser um colar ou uma pulseira. A pulseira deve ter 27 contas, que precisarão ser contadas por 4 vezes para completar 108. Quando não estiver utilizando seu mala, guarde-o em um lugar limpo e sagrado. O melhor lugar para guarda-lo é sobre um altar pessoal ou sobre uma estatueta sagrada de uma divindade. O mala é utilizado para que uma pessoa possa pensar sobre o significado do mantra e de suas palavras enquanto entoa, sem ter a necessidade de ficar contando as vezes que entoa. ________________________________________ Os maometanos também têm um &#8220;mala&#8221; que se chama &#8220;tasbi&#8221;, eles mantém nas mãos enquanto repetem suas orações. Rolam as contas entre os dedos enquanto repetem o nome de Allah. Os cristãos têm seu &#8220;terço&#8221; nas mãos, enquanto fazem suas orações diárias. Conta-se que a palavra &#8220;rosário&#8221;, que tem semelhanças óbvias ao mala, veio do tradicional &#8220;Japa Mala&#8221; hindu. Quando exploradores romanos vieram na Índia e conheceram o mala, eles ouviram &#8221; jap mala&#8221; em vez de &#8220;japa Mala&#8221;. &#8220;Jap&#8221; significa &#8220;rosa&#8221; e um mala então, foi levado ao Império romano como &#8220;rosarium&#8221;. O rosário possui 50 contas separadas de dez em dez por outra de maior tamanho, e seus extremos se unem em uma cruz. Totalizando 54 contas (a metade do rosário oriental de 108 contas). Os Hindus, quando decidem fazer um mantra por mais de 108 vezes, colocam um grão de arroz para cada 108 vezes, dentro de uma tigela. Toda vez que chegam ao Meru, tiram um grão de arroz da tigela. No Budismo Tibetano, é comum a utilização de malas maiores, por exemplo de 111 contas. Eles contam um mala como 100 contas e 11 extras para compensar possíveis erros cometidos pelo caminho. No Budismo, a utilização do Mala pode ser feita com qualquer uma das mãos e os dedos também podem ser outros, dependendo da vontade de cada um. o que conta mesmo é a repetição dos mantras. A tradição islâmica, trabalha com um rosário de 99 contas. O rosário se divide em três séries de 33 contas, cada uma delas representa um mundo. Conta-se que a conta faltante para completar a centésima, só se encontra no Paraíso.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/atmashala.wordpress.com/2870/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/atmashala.wordpress.com/2870/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/atmashala.wordpress.com/2870/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/atmashala.wordpress.com/2870/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/atmashala.wordpress.com/2870/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/atmashala.wordpress.com/2870/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/atmashala.wordpress.com/2870/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/atmashala.wordpress.com/2870/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/atmashala.wordpress.com/2870/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/atmashala.wordpress.com/2870/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/atmashala.wordpress.com/2870/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/atmashala.wordpress.com/2870/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/atmashala.wordpress.com/2870/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/atmashala.wordpress.com/2870/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2870&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ashtanga Yoga</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 04:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hatha, Ashtanga, Iyengar Yoga, meditação</dc:creator>
				<category><![CDATA[PARCERIAS]]></category>
		<category><![CDATA[asthtanga]]></category>
		<category><![CDATA[yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[Site e trabalho em yoga de Cathia Karin Heuser Wolff.   www.mangala.com.br Mangala, popularmente significa sinal de sorte e também, casamento, lealdade, fidelidade, auspicioso, ou seja, aquilo que é bom, também o que leva à felicidade e prosperidade! Mangala Sutra é o nome do colar que o marido coloca na esposa no dia do casamento, assim [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2611&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Site e trabalho em yoga de Cathia Karin Heuser Wolff.   www.mangala.com.br</p>
<p>Mangala, popularmente significa sinal de sorte e também, casamento, lealdade, fidelidade, auspicioso, ou seja, aquilo que é bom, também o que  leva à felicidade e prosperidade! Mangala Sutra é o nome do colar que o marido coloca na esposa no dia do casamento, assim como trocamos as alianças, e que protege a mulher!</p>
<p>Cathia Karin Heuser wolff</p>
<p>Cathia Karin Heuser Wolff. Ufa! este é o meu nome completo</p>
<p>Aos 19 anos começou a praticar yoga recebendo aulas de seu irmão Leandro Heuser, um ano mais tarde após concluir o curso de formação em yoga na UFSC (extensão universitária) começou a dar os primeiros passos para ensinar.</p>
<p>Uma das precursoras no ensino do Ashtanga Vinyasa Yoga no Brasil, trouxe este estilo à Porto Alegre onde fundou o Mangalam Yogashala.</p>
<p>Em 2001, 2003 e 2006/2007 e 2008 viaja para Índia, praticando com Saraswati Rangaswami e Sri Sharat Ragaswami, filha e neto do guruji, e com o próprio Patthabi Jois, aperfeiçoando sua prática e conhecimentos do Ashtanga Yoga.</p>
<p>Além de aprender com a família Jois, teve aulas com alguns dos reconhecidos professores de Ashtanga, certificados e autorizados:  Kino Mc Gregor, Tim Feldman, Clayton Horton, Matthew Corigliano, Miachael Gannon.  E também  de Iyengar Yoga como Gustavo Ponce e Kalidas Nuyken, Hatha Yoga com Pedro Kupfer, Dharma Mitra, Power Yoga com Bryan Kest entre outros tantos queridos professores.</p>
<p>Estudou sãnscrito, chanting e Yoga Sutra no Ashtanga Yoga Nilaya (AYRI) com Lakshmisha Bhat, e também participou de diversos cursos sobre  os Yoga Sutras e o Yoga de Krishnamacharya, com a família Desikachar no Brasil. Estuda Vedanta e seus textos através de Glória Arieira, participando de cursos com ela e Swami Dayananda Saraswati</p>
<p>Ministrou cursos para formação de professores e Workshops em diversos estados do Brasil.</p>
<p>Ashtanga Yoga Research Institute</p>
<p>Cursou artes Visuais na Ufrgs e desde os oito anos de idade fez aulas de dança entre Ballet Clássico, Jazz e Dança Contemporânea até os 22 anos.</p>
<p>Casada e mãe de uma filha, encontra na família o seu refúgio, “sou caseira, adoro cozinhar e ficar em casa curtindo um filminho com pipoca no sofá”</p>
<p>Agora já são + de 20 anos de prática, neste caminho tão bonito e realizador que é o Yoga, “encontrei no Ashtanga um prática para  a vida”.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/atmashala.wordpress.com/2611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/atmashala.wordpress.com/2611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/atmashala.wordpress.com/2611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/atmashala.wordpress.com/2611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/atmashala.wordpress.com/2611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/atmashala.wordpress.com/2611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/atmashala.wordpress.com/2611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/atmashala.wordpress.com/2611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/atmashala.wordpress.com/2611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/atmashala.wordpress.com/2611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/atmashala.wordpress.com/2611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/atmashala.wordpress.com/2611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/atmashala.wordpress.com/2611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/atmashala.wordpress.com/2611/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2611&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Meditar</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 03:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hatha, Ashtanga, Iyengar Yoga, meditação</dc:creator>
				<category><![CDATA[o silencio]]></category>

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		<description><![CDATA[A DIFÍCIL ARTE DO SILÊNCIO Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto e, após muito sofrimento e humilhação, processou o homem/vizinho. No tribunal, o homem/vizinho disse ao juiz: &#8211; os meus comentários não causaram [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2606&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A DIFÍCIL ARTE DO SILÊNCIO</p>
<p>Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.</p>
<p>Algum tempo depois, descobriram que era inocente.</p>
<p>O rapaz foi solto e, após muito sofrimento e humilhação, processou o homem/vizinho.</p>
<p>No tribunal, o homem/vizinho disse ao juiz: &#8211; os meus comentários não causaram tanto mal&#8230;</p>
<p>E o juiz respondeu:</p>
<p>- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de</p>
<p>casa . Amanhã, volte para ouvir sentença!</p>
<p>O homem/vizinho obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:</p>
<p>- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!</p>
<p>- Não posso fazer isso, meritíssimo! &#8211; respondeu o homem.</p>
<p>O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!</p>
<p>Ao que o juiz respondeu:</p>
<p>- &#8220;Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado&#8221;.</p>
<p>&#8220;SE NÃO PODE FALAR BEM DE UMA PESSOA, É MELHOR QUE NÃO SE DIGA NADA!&#8221;</p>
<p>&#8220;SEJAMOS SENHORES DA NOSSA LÍNGUA, PARA NÃO SERMOS ESCRAVOS DE NOSSAS PALAVRAS.&#8221;</p>
<p>NUNCA SE ESQUEÇA:</p>
<p>QUEM AMA NÃO VÊ DEFEITOS&#8230;</p>
<p>QUEM ODEIA NÃO VÊ QUALIDADES.. .</p>
<p>E QUEM É AMIGO VÊ AS DUAS COISAS&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/atmashala.wordpress.com/2606/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/atmashala.wordpress.com/2606/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/atmashala.wordpress.com/2606/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/atmashala.wordpress.com/2606/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/atmashala.wordpress.com/2606/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/atmashala.wordpress.com/2606/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/atmashala.wordpress.com/2606/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/atmashala.wordpress.com/2606/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/atmashala.wordpress.com/2606/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/atmashala.wordpress.com/2606/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/atmashala.wordpress.com/2606/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/atmashala.wordpress.com/2606/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/atmashala.wordpress.com/2606/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/atmashala.wordpress.com/2606/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2606&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>ATMA CULTURA</title>
		<link>http://atmashala.wordpress.com/2010/05/15/atma-cultura/</link>
		<comments>http://atmashala.wordpress.com/2010/05/15/atma-cultura/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 May 2010 23:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hatha, Ashtanga, Iyengar Yoga, meditação</dc:creator>
				<category><![CDATA[bhagavad gita]]></category>

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		<description><![CDATA[Espaço Cultural O Atma Shala  oferece palestras e seminários cuidadosamente selecionados e ministrados por profissionais especialistas e de destaque em seu segmento de atuação. Próximos eventos a seguir: PALESTRA A FILOSOFIA ATEMPORAL DA BHAGAVAD GEETA  por Jagannath Uma abordagem a filosofia sagrada da India. DATA 11 DE JUNHO, 20 HS Valor 10 R$<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2546&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espaço Cultural<br />
O Atma Shala  oferece palestras e seminários cuidadosamente selecionados e ministrados por profissionais especialistas e de destaque em seu segmento de atuação.</p>
<p>Próximos eventos a seguir:</p>
<p>PALESTRA</p>
<p>A FILOSOFIA ATEMPORAL DA BHAGAVAD GEETA  por Jagannath<br />
Uma abordagem a filosofia sagrada da India.</p>
<p>DATA 11 DE JUNHO, 20 HS</p>
<p>Valor 10 R$</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/atmashala.wordpress.com/2546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/atmashala.wordpress.com/2546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/atmashala.wordpress.com/2546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/atmashala.wordpress.com/2546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/atmashala.wordpress.com/2546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/atmashala.wordpress.com/2546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/atmashala.wordpress.com/2546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/atmashala.wordpress.com/2546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/atmashala.wordpress.com/2546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/atmashala.wordpress.com/2546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/atmashala.wordpress.com/2546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/atmashala.wordpress.com/2546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/atmashala.wordpress.com/2546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/atmashala.wordpress.com/2546/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2546&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Atma Shala na sua empresa</title>
		<link>http://atmashala.wordpress.com/2010/05/15/atma-shala-na-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 23:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hatha, Ashtanga, Iyengar Yoga, meditação</dc:creator>
				<category><![CDATA[yoga em empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[Atma Shala na sua empresa O Atma Shala oferece uma variedade de serviços para a sua empresa. As atividades podem ser implementadas no ambiente corporativo ou no próprio Studio, de acordo com o interesse da empresa. Os programas são desenvolvidos de acordo com o público indicado (clientes ou colaboradores), e com o perfil e a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2544&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atma Shala na sua empresa</p>
<p>O Atma Shala oferece uma variedade de serviços para a sua empresa. As atividades podem ser implementadas no ambiente corporativo ou no próprio Studio, de acordo com o interesse da empresa.</p>
<p>Os programas são desenvolvidos de acordo com o público indicado (clientes ou colaboradores), e com o perfil e a finalidade de evento.</p>
<p>Além do conteúdo e profissionais envolvidos, o programa abrange todos os detalhes do evento, da divulgação à logística, de acordo com a necessidade do cliente.</p>
<p>EVENTOS EMPRESARIAIS<br />
Ambiente diferenciado e serviços exclusivos</p>
<p>O Atma Shala  dispõe de espaços diferenciados e estrutura para atender seus colaboradores e clientes. Sua empresa pode realizar reuniões, integrações, treinamentos, coquetéis, palestras ou qualquer outro evento, tendo como diferencial a possibilidade de agregar aos programas nossos serviços de spa, alimentação, aulas exclusivas e palestras ligadas a temas como bem-estar, saúde, alimentação saudável e muito mais.</p>
<p>Serviços que podem ser contratados:</p>
<p>• Salas climatizadas com capacidades variadas;</p>
<p>• Alimentação saudável, coquetéis, culinária Indiana etc</p>
<p>• Serviços de Spa;</p>
<p>• Aulas exclusivas;</p>
<p>• Palestras exclusivas;</p>
<p>• Locação de equipamentos audio-visuais;</p>
<p>• Logistíca do evento: estacionamento, segurança; recepcionistas;</p>
<p>• Divulgação e material de apoio.</p>
<p>CONVÊNIOS</p>
<p>Vantagens para clientes e colaboradores</p>
<p>Ser um associado do Nirvana significa fazer parte de um centro de bem-estar integrado com atividades físicas, terapias, massagens, serviços de SPA e alimentação saudável.</p>
<p>Algumas vantagens de se associar ao Nirvana:</p>
<p>• Descontos nos planos da academia aos funcionários e seus parentes de 1º grau.</p>
<p>• Descontos aos clientes de clubes de benefícios associados ao Atma Shala.</p>
<p>COMO CONTRATAR</p>
<p>Solicite uma proposta personalizada pelo e-mail</p>
<p>atmashala@atmashala.com</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/atmashala.wordpress.com/2544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/atmashala.wordpress.com/2544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/atmashala.wordpress.com/2544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/atmashala.wordpress.com/2544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/atmashala.wordpress.com/2544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/atmashala.wordpress.com/2544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/atmashala.wordpress.com/2544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/atmashala.wordpress.com/2544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/atmashala.wordpress.com/2544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/atmashala.wordpress.com/2544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/atmashala.wordpress.com/2544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/atmashala.wordpress.com/2544/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/atmashala.wordpress.com/2544/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/atmashala.wordpress.com/2544/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2544&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Meditação</title>
		<link>http://atmashala.wordpress.com/2010/05/11/meditacao-3/</link>
		<comments>http://atmashala.wordpress.com/2010/05/11/meditacao-3/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 01:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hatha, Ashtanga, Iyengar Yoga, meditação</dc:creator>
				<category><![CDATA[FILOSOFIA DO YOGA]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Meditação Nesta lição aprenderemos, de uma forma bem simples e objetiva, como praticar a meditação e quais os enormes benefícios que podemos ter praticando-a regularmente. Na lição anterior vimos algo sobre o que é o despertar da consciência, e as grandes diferenças que existem entre ter a consciência desperta e adormecida. Vimos também que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2508&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Meditação</p>
<p>Nesta lição aprenderemos, de uma forma bem simples e objetiva, como praticar a meditação e quais os enormes benefícios que podemos ter praticando-a regularmente.</p>
<p>Na lição anterior vimos algo sobre o que é o despertar da consciência, e as grandes diferenças que existem entre ter a consciência desperta e adormecida.</p>
<p>Vimos também que os meios efetivos para o despertar da consciência são a prática da morte psicológica e da meditação.</p>
<p>Aqui está então o principal objetivo de praticarmos a meditação: despertar nossa consciência, o que por si só nos faz pessoas totalmente diferentes do que somos, com diferentes capacidades, objetivos e percepções.</p>
<p>A prática da meditação remonta a tempos antiquíssimos e está representada em todas as grandes religiões do mundo como o budismo, hinduísmo, cristianismo, sufismo, judaísmo, taoísmo, etc.</p>
<p>Também a moderna Psicologia tem estudado e atestado que são muitos os benefícios advindos da prática da meditação.</p>
<p>A prática da meditação</p>
<p>Primeiramente devemos escolher um local silencioso, arejado e limpo. O quarto de dormir é o ideal.</p>
<p>Depois devemos nos acomodar em uma posição confortável, na qual seja possível permanecer por um bom tempo sem se mover.</p>
<p>Pode-se se sentar com as pernas cruzadas ao estilo oriental ou deitar-se com a barriga para cima, as pernas esticadas e os pés unidos.</p>
<p>Após isso deve-se fazer o relaxamento de todo o corpo, e para isso usaremos a técnica que já vimos nas primeiras lições deste curso.</p>
<p>Feito isso, iremos utilizar o método descrito abaixo e passar a praticar a meditação propriamente dita.</p>
<p>Ao praticar a meditação entenda que seu único objetivo deve ser silenciar a mente, parar com sua agitação e com a sucessão de pensamentos que normalmente ocorre.</p>
<p>Quando se consegue alcançar o silêncio absoluto da mente, ou seja, a ausência total de pensamentos, é que experimentamos o Vazio Iluminador, o êxtase místico, a liberdade da alma.</p>
<p>Quanto mais se pratica a meditação mais a mente vai se aquietando, e mais perto estaremos de alcançar o Vazio Iluminador.</p>
<p>Não se preocupe em saber como deve ser o Vazio Iluminador ou qualquer coisa do tipo. Concentre-se apenas na técnica de meditação que você estiver fazendo.</p>
<p>Seu objetivo deve ser apenas silenciar a mente, nada mais. O demais virá por acréscimo.</p>
<p>A mente é como um animal selvagem que precisa ser domado para obedecer.</p>
<p>Inclusive isto é simbolizado na passagem bíblica na qual o grande mestre Jesus entra em Jerusalém montado sobre o asno, o burrico.</p>
<p>Se quisermos entrar na Jerusalém celestial, nas dimensões superiores da natureza, devemos montar, domar e controlar o asno, ou seja, a mente.</p>
<p>Os Koans</p>
<p>Um koan é uma frase enigmática que tem como objetivo propor um problema à mente que ela não consegue resolver.</p>
<p>Dessa forma fazemos com que a mente se canse procurando uma resposta que ela não pode encontrar, uma vez que a resposta para um koan está além da mente, em um nível superior.</p>
<p>Conforme a mente vai se cansando ela vai também se aquietando até ficar em completo silêncio.</p>
<p>Esse é o objetivo do koan: silenciar a mente e ao mesmo tempo atrair levemente o sono.</p>
<p>Quando adormecemos, mesmo que por um breve instante, com a mente em silêncio, é que vivemos a experiência mística.</p>
<p>Pode-se escolher um dos seguintes koans para praticar a meditação:</p>
<p>&#8220;Quem é aquele que está só no meio de dez mil coisas?&#8221;</p>
<p>&#8220;Se tudo se reduz à unidade, a que se reduz a unidade?&#8221;</p>
<p>Também podemos usar um outro koan, nos concentrando e imaginado a seguinte situação:</p>
<p>Existe um profundo abismo e na beira deste uma grande árvore está plantada. Essa árvore possui um longo galho que cresceu de tal forma que sua ponta se projetou vários metros sobre o abismo.</p>
<p>Agora imaginamos que na ponta deste galho está amarrada uma corda e na outra ponta da corda está você, com as mãos e pés firmemente amarrados de forma que é impossível soltá-los, e apenas se segurando à corda com os dentes.</p>
<p>Então pergunte à mente:</p>
<p>&#8220;Como faço para sair vivo desta situação sem nenhuma ajuda?&#8221;</p>
<p>Então o que fazemos é lançar qualquer uma dessas perguntas à mente e ordenar que responda.</p>
<p>Depois de lançar o koan para a mente responder deve-se concentrar esperando a sua resposta, como se estivesse olhando dentro da mente à espera da resposta que ela está obrigada a trazer.</p>
<p>Dessa forma, mantemos a mente “pressionada” a trazer a resposta até ela ir se cansando e ficando em silêncio.</p>
<p>A mente é claro, tenderá a não obedecer, a trazer respostas erradas (pois ela não conhece a resposta para um koan) ou desviar para outros pensamentos.</p>
<p>Por isso deve-se insistir para que ela obedeça e traga a resposta para o koan.</p>
<p>Se a mente insiste em desviar para outros pensamentos seja imperativo com ela dizendo mentalmente: Fora! Não é isso que estou procurando!</p>
<p>Em seguida volta a se concentrar esperando a resposta.</p>
<p>Lembre-se: qualquer resposta trazida pela mente estará errada, pois ela jamais pode conhecer algo que está além dos afetos e da mente.</p>
<p>Cada pessoa deve praticar a meditação (ou qualquer outra prática) respeitando seus limites, ou seja, começar praticando por pouco tempo e, gradativamente, ir aumentando o tempo da prática.</p>
<p>Se forçar a concentração por longo tempo logo de início, pode ser que ocorram dores de cabeça ou mesmo tontura.</p>
<p>É importante que se pratique essas técnicas com continuidade, preferencialmente todos os dias, pois é dessa forma que se obtém resultados.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/atmashala.wordpress.com/2508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/atmashala.wordpress.com/2508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/atmashala.wordpress.com/2508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/atmashala.wordpress.com/2508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/atmashala.wordpress.com/2508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/atmashala.wordpress.com/2508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/atmashala.wordpress.com/2508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/atmashala.wordpress.com/2508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/atmashala.wordpress.com/2508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/atmashala.wordpress.com/2508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/atmashala.wordpress.com/2508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/atmashala.wordpress.com/2508/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/atmashala.wordpress.com/2508/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/atmashala.wordpress.com/2508/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2508&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Alegria no Yoga</title>
		<link>http://atmashala.wordpress.com/2010/05/03/alegria-no-yoga/</link>
		<comments>http://atmashala.wordpress.com/2010/05/03/alegria-no-yoga/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 16:07:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hatha, Ashtanga, Iyengar Yoga, meditação</dc:creator>
				<category><![CDATA[FILOSOFIA DO YOGA]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Na filosofia budista, mudita é o terceiro dos quatro brahmaviharas, ou interior &#8220;moradas divinas&#8221; de bondade, Compaixão, alegria e serenidade que são a verdadeira natureza de cada ser humano. O termo mudita  é freqüentemente  traduzida como &#8220;simpático&#8221; ou &#8220;alegria&#8221; altruísta, o prazer que vem quando nos deliciamos com o bem-estar de todos ao invés de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2460&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na filosofia budista, <em>mudita</em> é o terceiro dos quatro  brahmaviharas, ou interior &#8220;moradas divinas&#8221; de bondade, Compaixão, alegria e serenidade que são a verdadeira natureza de cada ser humano. O termo mudita  é freqüentemente   traduzida como &#8220;simpático&#8221; ou &#8220;alegria&#8221; altruísta, o prazer que  vem quando nos deliciamos com o bem-estar de todos ao invés de invejar outras pessoas  . Na prática é quase impossível experimentar a  felicidade de outros, a menos que primeiro desenvolvamos  a capacidade de  prová-la em nossas próprias vidas, muitos mestres budistas interpretam  mudita mais amplamente como uma referência à fonte interior de alegria  infinita que está disponível para cada um de nós em todos os momentos,  independente das circunstâncias. Quanto mais profundamente que beber  desta fonte, a mais segura, tornamo-nos em nossa própria felicidade  abundante e mais fácil se torna para nós a saborear a alegria de outras  pessoas também.</p>
<p>Provavelmente todos nós já  tivemos momentos que nos mostraram que a felicidade não tem praticamente  nada a ver com circunstâncias externas de nossas vidas e tudo a ver com  o estado das nossas mentes e corações. Podemos estar a beber margaritas  em uma praia do Caribe, totalmente miseráveis, podemos estar atrasado  para o trabalho e preso no gelo congelado em um engarrafamento, transbordando de felicidade. Pensemos entao em Mudita ou felicidade irrestrita.</p>
<p>Jagannath</p>
<p>Atma Shala</p>
<p>Yoga: Hatha, Ashtanga, Iyengar, Vinyasa Flow , Meditação<br />
Produtos da India, Incensos, Instrumentos Indianos, Decoração, Vestuario!<br />
Terapias, Massagens, Astrologia Porto Alegre!</p>
<p>www.atmashala.com</p>
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	</item>
		<item>
		<title>VEGETARIANISMO E YOGA</title>
		<link>http://atmashala.wordpress.com/2010/04/26/vegetarianismo-e-yoga/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 18:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hatha, Ashtanga, Iyengar Yoga, meditação</dc:creator>
				<category><![CDATA[FILOSOFIA DO YOGA]]></category>
		<category><![CDATA[ahimsa]]></category>
		<category><![CDATA[VEGETARIANISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[Pedro Kupfer Muita gente se pergunta o porquê da dieta vegetariana que nós yogis praticamos. Às vezes fica difícil discernir os motivos pelos quais o vegetarianismo é adotado sem uma compreensão mais profunda desses motivos. O discernimento e a compreensão são valores fundamentais para exercermos nossa liberdade. O yogi consciente não se torna vegetariano cegamente, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2442&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Kupfer</p>
<p>Muita gente se pergunta o porquê da dieta vegetariana que nós yogis praticamos. Às vezes fica difícil discernir os motivos pelos quais o vegetarianismo é adotado sem uma compreensão mais profunda desses motivos. O discernimento e a compreensão são valores fundamentais para exercermos nossa liberdade. O yogi consciente não se torna vegetariano cegamente, porque alguém mandou, ou porque assim se faz há milênios. O yogi consciente adota o vegetarianismo como um corolário do processo de compreensão da realidade da vida e do papel que o homem exerce no planeta.</p>
<p>Este texto tem o propósito de contextualizar a prática do Yoga na cultura hindu, de maneira que a pergunta sobre o porquê do vegetarianismo possa ser devidamente respondida. Ao mesmo tempo, o presente artigo pretende ser uma fonte de reflexão e recursos para aqueles que, havendo incorporado algumas das práticas yogiks em suas vidas, se sintam curiosos ou preparados para darem esse passo em relação à alimentação.</p>
<p><span id="more-2442"></span></p>
<p>Antes de começar, uma palavra sobre o dharma</p>
<p>A tradição do Yoga hindu nos ensina que a realização espiritual e a verdadeira felicidade somente são possíveis se nossos pensamentos, sentimentos e ações estiverem em harmonia com a ordem universal, chamada dharma. A palavra dharma significa &#8216;aquilo que mantém unido&#8217;, e refere-se não somente às leis naturais, mas igualmente à Força Consciente de coesão e harmonia que gera e mantém o universo. Tudo é harmonia no universo. Um exemplo óbvio dessa harmonia universal que é expressão do dharma, é que os planetas, cada um seguindo sua própria órbita, não se chocam nunca.</p>
<p>Porém, o conceito de dharma admite uma outra interpretação no plano humano. Nessa segunda interpretação, podemos afirmar que o dharma é um grupo de valores, eternos e universais, através dos quais se estabelece uma convivência harmoniosa na sociedade. A palavra dharma também pode ser interpretada como &#8216;fazer a coisa certa&#8217;. Nesse sentido, dharma é aquilo ao qual o homem se mantém fiel ao longo da sua vida, o que pauta suas escolhas e ações. Em soma, sua missão de vida ou seu propósito humano.</p>
<p>O dharma e o código yogik de conduta</p>
<p>A compreensão plena do conceito de dharma é essencial para podermos integrar em nossa vida os aspectos mais profundos da prática do Yoga, pois este está intrinsecamente ligado ao código de conduta yogik, chamado yama e niyama.</p>
<p>O código de conduta yogik tem mais a ver com coerência, motivação e coordenação dos esforços do praticante, do que com repressão e controle. A coerência, a coordenação e a motivação que acabamos de mencionar são absolutamente essenciais para podermos distinguir o certo do errado a cada momento.</p>
<p>Esse código de conduta é o fruto de um longo processo de reflexão, discernimento e sensibilização que os yogis da antiguidade nos legaram. Esse código tem mais a ver com coerência, motivação e coordenação dos esforços do praticante, do que com repressão e controle. A coerência, a coordenação e a motivação que acabamos de mencionar são absolutamente essenciais para podermos distinguir o certo do errado a cada momento.</p>
<p>Vou lhe contar um exemplo que ilustra perfeitamente a diferença entre discernimento e repressão de que falei acima. Meu amigo George Porto Ferreira foi morar numa reserva ambiental em Rondônia, na Amazônia, como técnico ambiental do IBAMA. Parte importante do seu trabalho é defender a mata virgem através de ações contra as madeireiras que extraem ilegalmente árvores da selva. Um dos principais motivos do desmatamento, porém, é a criação de novas áreas de pastagem para manutenção dos rebanhos bovinos que serão usados como alimento pelo homem.</p>
<p>Recentemente, em uma de suas raras visitas a Florianópolis, George me contou que tinha se dado conta de que não fazia nenhum sentido para ele levantar a bandeira do ambientalismo se não assumisse definitivamente uma dieta vegetariana. Em suma, meu amigo não decidiu tornar-se vegetariano porque alguém tenha proibido ele de comer carne, mas porque simplesmente percebeu a incoerência entre o discurso ambientalista e sua decisão na hora de escolher o alimento que punha no prato.</p>
<p>Se você come carne, você não está unicamente se prejudicando com um alimento de qualidade altamente duvidosa, ou colaborando com a matança de milhões de animais usados como alimento: você está financiando o desmatamento da Amazônia. Assim simples.</p>
<p>Quem por um lado, discerne o certo do errado e, por outro, for capaz de colocar em prática o esforço para anular a distância que separa a retórica da prática, é um yogi de verdade.</p>
<p>Não-violência, dharma e vegetarianismo</p>
<p>Voltemos ao código yogik de conduta. Esse código existe para facilitar a tarefa da realização espiritual. Sem ele, não há como progredir na prática. Não obstante a importância deste código para o Yoga, hoje em dia muitos praticantes sequer suspeitam da existência dele.</p>
<p>O esteio central do código yogik é ahimsa, a prática da não-violência. Você certamente já ouviu falar na não-violência, uma prática yogik tão poderosa que, apenas aplicando-a, Mahatma Gandhi e os lutadores pela independência da Índia foram capazes de libertar aquele país do jugo colonialista inglês sem disparar um único tiro. Isso por sua vez, nos mostra o infinito poder transformador do Yoga. O ahimsa, portanto, é um formidável instrumento para nos mantermos harmonizados com o dharma.</p>
<p>Existem duas dimensões diferentes na prática da não-violência, que estão intrinsecamente ligadas: uma pessoal e uma social. A primeira tem a ver com a forma como a gente se relaciona consigo mesmo e com a nossa prática pessoal de Yoga. A segunda tem a ver com a maneira em que vivemos a vida em sociedade, com nossa família, nossos amigos, vizinhos ou colegas de trabalho.</p>
<p>A segunda dimensão da não-violência, a social, depende diretamente da primeira, assim como a unha está ligada à carne. Se os praticantes de Yoga ficarem conscientes o tempo todo da ahimsa, haverá uma transformação profunda na sociedade. Os shastras, textos tradicionais do Yoga, convidam o praticante, como corolário natural da prática da não-violência, a adotar uma dieta vegetariana.</p>
<p>Em sânscrito, vegetarianismo se diz shakaharah. Shakaharah significa literalmente &#8216;comedor de vegetais&#8217; (shaka = vegetal). A pessoa não vegetariana é chamada mamsaharah, que significa &#8216;comedor de carne&#8217; (mamsa = carne). O Manudharmashastra, um texto de mais de 2.000 anos de antiguidade, dá a seguinte explicação sobre a palavra mamsaharah, &#8216;comedor de carne&#8217;:</p>
<p>&#8216;Os sábios declaram que o significado da palavra mamsa (carne) é [o seguinte]: &#8216;ele (sa) irá comer minha carne [na próxima encarnação] se eu (mam) comer a dele agora&#8217;.</p>
<p>Portanto &#8216;mamsa&#8217; significa literalmente &#8216;eu + ele&#8217;. Isso nos leva ao tema da unidade que existe na criação e à constatação de que, qualquer coisa que fizermos contra a harmonia universal, irá irremediavelmente nos atingir no futuro.</p>
<p>Algumas razões para o praticante de Yoga se tornar vegetariano</p>
<p>O vegetarianismo tem sido adotado maciçamente pelos praticantes de Yoga desde milênios atrás, por três motivos:</p>
<p>1)    o dharma e a ética ambiental,</p>
<p>2)    a saúde e</p>
<p>3)    o progresso espiritual.</p>
<p>Em relação ao primeiro ponto, vale lembrar o contexto da experiência do George: considera-se comer carne um crime contra a lei universal, porque isso significa participar, mesmo que indiretamente, em atos de crueldade e violência contra o reino animal, mas também contra o meio ambiente, quando somos coniventes com a destruição das florestas para fazer pasto para engordar o gado. Se uma parte da extensão de terra fértil usada atualmente para criar gado fosse utilizada para plantar cereais, o problema da fome no mundo acabaria imediatamente.</p>
<p>Em relação à questão da saúde, está mais do que claro que uma dieta rica em carnes é diretamente responsável por uma interminável série de problemas de saúde, que vão desde a prisão de ventre até o câncer de cólon, desde o mal de Parkinson até o mal da vaca louca, desde a halitose até problemas cardíacos como o enfarte, que, aliás, é a principal causa de mortes no mundo. Se continuarmos de olhos fechados para essas constatações gritantes, continuaremos vivendo mal e morrendo cedo. Uruguai, por exemplo, país onde o consumo de carne vermelha é maciço, é recordista planetário em mortes por câncer de cólon (em números relativos à população).</p>
<p>Em relação ao último ponto, o progresso espiritual, devo dizer que nem todas as tradições espirituais do Oriente abraçaram o vegetarianismo. O budismo tibetano, por exemplo, não menciona o assunto. Isso acontece por dois motivos. Por um lado, o Tibet é um país íngreme, alto e muito frio, onde não é possível para a maioria da população seguir uma dieta vegetariana. Por outro lado, Buda não quis colocar nenhuma restrição a seus monges em relação à alimentação para evitar que eles se apegassem a uma dieta ou deixassem de aceitar o alimento que lhes era dado como esmola.</p>
<p>De fato, o próprio Buda morreu em decorrência de uma intoxicação que adquiriu num jantar onde lhe foi servido porco, que ele não rejeitou pela questão do desapego mencionada acima. Não obstante esses dois motivos, e outros que poderíamos mencionar, o Dalai Lama recomenda aos seguidores do budismo tibetano a dieta vegetariana.</p>
<p>Excetuando-se o budismo, todas as demais tradições ascéticas da Índia são taxativas em relação à dieta vegetariana: hindus, jainistas e parses aderem desde tempos imemoriais ao vegetarianismo como meio para purificarem não apenas seus corpos mas igualmente suas mentes e corações.</p>
<p>Para o yogi consciente, devorar a carne de animais mortos é um ato de barbárie que carrega consigo conseqüências kármicas muito indesejáveis.</p>
<p>Considera-se como regra que, se o alimento foge de você quando você estende sua mão para pegá-lo, você não deve comê-lo. Se estender minha mão para pegar um frango com a intenção de matá-lo para comer, é natural que ele fuja para proteger sua vida. Até mesmo animais com limitações de locomoção como as ostras fugiriam de você se tivessem pernas e sentissem que você está atrás delas para comê-las!</p>
<p>Por outro lado, o reino vegetal parece dar seus alimentos sem demasiado sofrimento. Se estender minha mão em direção a um cajueiro para pegar seus frutos, este generosamente permite que me alimente com eles. A árvore não sofre, o alimento é bom e eu tenho direito de me beneficiar dele. Por causa disso, considera-se que a dieta vegetariana esteja em harmonia com o dharma.</p>
<p>A lista de razões para adotarmos o vegetarianismo não se esgota aqui. Sugiro que o leitor amplie sua pesquisa lendo bons livros sobre o assunto ou pesquisando na internet. Um bom começo é visitar o website da Sociedade Vegetariana Internacional no Brasil: http://www.vegetarianismo.com.br/</p>
<p>A transição para o vegetarianismo</p>
<p>Então, como implementar uma dieta vegetariana sem criar um trauma em nossos hábitos? Existem duas opções. A primeira, radical, é simplesmente parar da noite para o dia, após haver refletido e amadurecido a idéia por tempo suficiente como para não se arrepender da decisão ao primeiro convite para o churrasco do próximo domingo.</p>
<p>A segunda, mais adequada para muita gente, é implementar uma série de mudanças graduais nos hábitos alimentares e começar a entrar com mais regularidade na cozinha para escolher e preparar o próprio alimento. Ambas as opções exigem planejamento, pesquisa, bom senso e, principalmente, uma mudança de visão em relação ao que significa realmente alimentar-se.</p>
<p>É preciso ter muita coragem para combater o preconceito e os hábitos sociais arraigados. Um vegetariano recente pode ouvir comentários como estes, da parte de seus amigos ou família: &#8216;Então você virou vegetariano? Você está comendo só grama?&#8217; &#8216;Mas essa canja tem pouquinha galinha. Você não vai comer mesmo assim?&#8217; Se você não mantiver o foco em seu propósito, a pressão social ou a familiar podem fazer fracassar seu plano.</p>
<p>Pessoalmente, parei de comer carnes e ovos há mais de vinte anos. Em verdade, já havia tomado a decisão no momento em que tive meu primeiro contato com o Yoga, há mais de vinte e cinco anos. Porém, quando anunciei para a minha mãe, desde o alto dos meus treze anos de idade, que havia decidido parar de comer carnes, ela simplesmente me deu uma bofetada e disse: &#8216;Se você acha que vou cozinhar especialmente para você sem carne, está redondamente enganado&#8217;. O assunto morreu aí mesmo, mas eu não desisti. Hoje em dia, minha mãe adotou a dieta vegetariana e ajuda muita gente que quer parar de comer carnes.</p>
<p>Não fui bem sucedido naquela primeira tentativa por causa da minha situação de dependência familiar. No entanto, o tempo passou e, quando tornei-me  e comecei a morar sozinho, consegui finalmente realizar esse objetivo. Devo dizer que não me custou nada parar com as carnes e os ovos, pois minha motivação em relação à prática era muito forte e, depois que você desenvolve uma certa sensibilidade através da meditação, os mantras e as práticas mais sutis do Yoga, o vegetarianismo torna-se uma necessidade.</p>
<p>Definição de vegetarianismo no contexto do Yoga</p>
<p>Por vegetarianismo, entende-se aqui a dieta alimentar que exclui quaisquer tipos de carne, seja de vaca, ovelha, porco e outros mamíferos, mas igualmente a das aves, peixes e &#8216;frutos do mar&#8217;. Os ovos tampouco fazem parte da dieta vegetariana do Yoga, pois se considera o ovo um tipo de carne líquida.</p>
<p>Mesmo se formos considerar o ovo não galado, ele não faz parte da dieta simplesmente por uma razão de higiene: ovos não galados são menstruação de galinha e, de modo geral, os yogis não se sentem muito confortáveis alimentando-se da descarga menstrual dos simpáticos bípedes. Aliás, uma pergunta que nenhum ovo-vegetariano me respondeu satisfatoriamente até hoje é a seguinte: qual é a diferença entre comer os ovos de uma galinha e os ovos de um peixe ou de uma tartaruga? Se você come omelete ou bolo com ovos, porque torce o nariz para o caviar?</p>
<p>Por outro lado, a dieta vegetariana tradicional recomendada nas escrituras admite o consumo de leite e seus derivados. É por isso que esta dieta é chamada lacto-vegetarianismo. Os derivados do leite usados na Índia, sejam de vaca ou búfala, são os seguintes: paneer, ou queijo fresco, coalhada, iogurte, manteiga e ghi, ou manteiga clarificada. Esses são produtos de fácil digestão para a maioria das pessoas, embora haja gente com intolerância a lactose que deve evitar todos os tipos de laticínios.</p>
<p>Na Índia não existem os queijos amarelos, curados ou gordurosos desenvolvidos na Europa e trazidos para o Brasil pelos imigrantes italianos e alemães. Na medida do possível, o yogi precisa evitar esses queijos, pois contêm um excesso de gordura saturada e são de difícil digestão, provocando um excesso de mucosidade que é extremamente prejudicial para a prática do pranayama e os exercícios de purificação, dentre outros. De resto, provindo do reino vegetal, vale absolutamente tudo.</p>
<p>Afora a dieta lacto-vegetariana adotada pelos yogis, existe outra opção alimentar, o veganismo, que exclui não somente as carnes mas igualmente todo alimento de origem animal, como os laticínios e o mel. O veganismo leva até as últimas conseqüências a preocupação ética em relação ao tratamento que os animais recebem das indústrias alimentar e do vestiário, eliminando sumariamente não apenas os alimentos de origem animal mas também quaisquer artigos de couro ou outros sub-produtos da mesma origem.</p>
<p>É bom lembrarmos que essa iniciativa nasceu igualmente na Índia, onde artigos feitos de couro como roupas, sapatos, cintos e outros acessórios, nunca foram usados por praticantes sérios de Yoga.</p>
<p>Vegetarianismo e Ayurveda</p>
<p>Uma coisa interessante na hora de escolher o alimento e o tempero que se usa para dar sabor às refeições, é se esse alimento e esse tempero estão de acordo com nosso biotipo individual. Esse biotipo individual chama-se dosha, em sânscrito.</p>
<p>O Ayurveda, a ciência indiana de manutenção da saúde, recomenda uma série de alimentos para cada biotipo. Nem todos os alimentos considerados bons, são bons para todos nós. Você já se perguntou porque, quando duas pessoas comem exatamente a mesma coisa, uma delas digere o alimento com facilidade e a outra não? O Ayurveda responde essa pergunta e muitas outras que possam surgir ao longo do processo de tornar-se vegetariano, indicando os alimentos mais adequados para cada tipo de constituição individual.</p>
<p>Se você não escolher corretamente seu alimento, não conseguirá digeri-lo bem e vai achar que a dieta vegetariana só dá gases, ou que ser vegetariano não é uma boa opção para você.</p>
<p>Se o amigo leitor quiser ampliar sua pesquisa a esse respeito, existem algumas dietas recomendadas para os diferentes doshas disponíveis neste mesmo website. Não obstante, para escolher com propriedade uma dieta, é preciso conhecer primeiramente seu biotipo fazendo um teste rápido que pode ser achado usando o mecanismo de pesquisa deste website.</p>
<p>Ser yogi = ser vegetariano?</p>
<p>Existem yogis atualmente que, por diferentes motivos, não aderem à dieta vegetariana. Esses praticantes podem apresentar situações peculiares de saúde, ou manter condicionamentos que lhes impedem de assumir o vegetarianismo de maneira plena, ou simplesmente não darem ao vegetarianismo a importância que ele merece na tradição. Pessoalmente, acredito que essas pessoas têm pleno direito de agirem conforme suas próprias consciências.</p>
<p>O aparente paradoxo que pode surgir do confronto destas afirmações com o resto deste texto resolve-se no foro íntimo de cada um. Em suma, adotarmos ou não o vegetarianismo é uma questão de ética, sensibilidade, desapego e preparo.</p>
<p>Um dos grandes perigos que tenho visto em relação a isso no pequeno mundo do Yoga é que algumas pessoas se acham no direito de julgarem os demais em função do que elas comem, como se ser vegetariano fosse garantia e elevação espiritual e não o ser fosse sinal do contrário.</p>
<p>Nunca foi correto julgar alguém em função do que a pessoa põe no prato. Adolf Hitler, por exemplo, era vegetariano. Eu não colocaria esse assassino psicopata na categoria das pessoas espiritualmente elevadas. O Dalai Lama, embora já tenha mantido durante um tempo a dieta vegetariana, come carne ocasionalmente por indicação médica. Eu não diria que ele tem uma estatura espiritual pequena.</p>
<p>Portanto, adotar o vegetarianismo pode ajudar, mas não é sinal de realização espiritual. Assim como não existe um teste que possa ser aplicado ao ser humano para determinar seu grau de espiritualidade, tampouco podemos considerar que a adoção de uma determinada dieta signifique alguma coisa em termos de progresso espiritual.</p>
<p>Se você for trocar seus condicionamentos atuais por outros, como a tendência a julgar os demais pela dieta ou a se considerar superior pelo fato de ser vegetariano, é melhor que continue comendo carne até resolver seus problemas de fundo.</p>
<p>Em suma, se a prática do Yoga não estiver nos ajudando a sermos pessoas melhor resolvidas, mais felizes e legais, isso pode ser sinal de que não estamos praticando com a atitude correta, de mente equânime e coração aberto. O melhor é fazermos nossa prática sem julgar a dos demais. Para concluir, deixo o leitor com uma reflexão do shaiva yogi Tirumular, do sul da Índia:</p>
<p>&#8216;Como pode praticar a verdadeira compaixão aquele que come a carne de um animal para engordar sua própria carne? Maior do que mil oferendas de ghi no fogo sagrado é não sacrificar nem consumir nenhuma criatura viva.&#8217;</p>
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<p>Muita gente se pergunta o porquê da dieta vegetariana que nós <em>yogis </em>praticamos. Às vezes fica difícil discernir os motivos pelos quais o  vegetarianismo é adotado sem uma compreensão mais profunda desses  motivos. O discernimento e a compreensão são valores fundamentais para  exercermos nossa liberdade. O <em>yogi</em> consciente não se torna  vegetariano cegamente, porque alguém mandou, ou porque assim se faz há  milênios. O <em>yogi </em>consciente adota o vegetarianismo como um  corolário do processo de compreensão da realidade da vida e do papel que  o homem exerce no planeta.</p>
<p>Este texto tem o propósito de contextualizar a prática do Yoga na  cultura hindu, de maneira que a pergunta sobre o porquê do  vegetarianismo possa ser devidamente respondida. Ao mesmo tempo, o  presente artigo pretende ser uma fonte de reflexão e recursos para  aqueles que, havendo incorporado algumas das práticas <em>yogiks</em> em  suas vidas, se sintam curiosos ou preparados para darem esse passo em  relação à alimentação.</p>
<p><strong>Antes de começar, uma palavra sobre o <em>dharma</em></strong></p>
<p>A tradição do Yoga hindu nos ensina que a realização espiritual e a  verdadeira felicidade somente são possíveis se nossos pensamentos,  sentimentos e ações estiverem em harmonia com a ordem universal, chamada  <em>dharma</em>. A palavra <em>dharma </em>significa &#8216;aquilo que mantém  unido&#8217;, e refere-se não somente às leis naturais, mas igualmente à Força  Consciente de coesão e harmonia que gera e mantém o universo. Tudo é  harmonia no universo. Um exemplo óbvio dessa harmonia universal que é  expressão do <em>dharma</em>, é que os planetas, cada um seguindo sua  própria órbita, não se chocam nunca.</p>
<p>Porém, o conceito de <em>dharma </em>admite uma outra interpretação no  plano humano. Nessa segunda interpretação, podemos afirmar que o <em>dharma </em>é um grupo de valores, eternos e universais, através dos quais se  estabelece uma convivência harmoniosa na sociedade. A palavra <em>dharma </em>também  pode ser interpretada como &#8216;fazer a coisa certa&#8217;. Nesse sentido, <em>dharma </em>é aquilo ao qual o homem se mantém fiel ao longo da sua vida, o que  pauta suas escolhas e ações. Em soma, sua missão de vida ou seu  propósito humano.</p>
<p><strong>O <em>dharma</em> e o código <em>yogik</em> de conduta</strong></p>
<p>A compreensão plena do conceito de <em>dharma </em>é essencial para  podermos integrar em nossa vida os aspectos mais profundos da prática do  Yoga, pois este está intrinsecamente ligado ao código de conduta <em>yogik</em>,  chamado <em>yama </em>e <em>niyama</em>.</p>
<p><strong>O código de conduta <em>yogik </em>tem mais a ver com  coerência, motivação e coordenação dos esforços do praticante, do que  com repressão e controle. A coerência, a coordenação e a motivação que  acabamos de mencionar são absolutamente essenciais para podermos  distinguir o certo do errado a cada momento.</strong></p>
<p>Esse código de conduta é o fruto de um longo processo de reflexão,  discernimento e sensibilização que os <em>yogis </em>da antiguidade nos  legaram. Esse código tem mais a ver com coerência, motivação e  coordenação dos esforços do praticante, do que com repressão e controle.  A coerência, a coordenação e a motivação que acabamos de mencionar são  absolutamente essenciais para podermos distinguir o certo do errado a  cada momento.</p>
<p>Vou lhe contar um exemplo que ilustra perfeitamente a diferença entre  discernimento e repressão de que falei acima. Meu amigo George Porto  Ferreira foi morar numa reserva ambiental em Rondônia, na Amazônia, como  técnico ambiental do IBAMA. Parte importante do seu trabalho é defender  a mata virgem através de ações contra as madeireiras que extraem  ilegalmente árvores da selva. Um dos principais motivos do desmatamento,  porém, é a criação de novas áreas de pastagem para manutenção dos  rebanhos bovinos que serão usados como alimento pelo homem.</p>
<p>Recentemente, em uma de suas raras visitas a Florianópolis, George me  contou que tinha se dado conta de que não fazia nenhum sentido para ele  levantar a bandeira do ambientalismo se não assumisse definitivamente  uma dieta vegetariana. Em suma, meu amigo não decidiu tornar-se  vegetariano porque alguém tenha proibido ele de comer carne, mas porque  simplesmente percebeu a incoerência entre o discurso ambientalista e sua  decisão na hora de escolher o alimento que punha no prato.</p>
<p><strong>Se você come carne, você não está unicamente se prejudicando  com um alimento de qualidade altamente duvidosa, ou colaborando com a  matança de milhões de animais usados como alimento: você está  financiando o desmatamento da Amazônia. Assim simples.</strong></p>
<p>Quem por um lado, discerne o certo do errado e, por outro, for capaz  de colocar em prática o esforço para anular a distância que separa a  retórica da prática, é um <em>yogi</em> de verdade.</p>
<p><strong>Não-violência, <em>dharma </em>e vegetarianismo</strong></p>
<p>Voltemos ao código <em>yogik </em>de conduta. Esse código existe para  facilitar a tarefa da realização espiritual. Sem ele, não há como  progredir na prática. Não obstante a importância deste código para o  Yoga, hoje em dia muitos praticantes sequer suspeitam da existência  dele.</p>
<p>O esteio central do código <em>yogik</em> é <em>ahimsa</em>, a prática da  não-violência. Você certamente já ouviu falar na não-violência, uma  prática <em>yogik</em> tão poderosa que, apenas aplicando-a, Mahatma  Gandhi e os lutadores pela independência da Índia foram capazes de  libertar aquele país do jugo colonialista inglês sem disparar um único  tiro. Isso por sua vez, nos mostra o infinito poder transformador do  Yoga. O <em>ahimsa</em>, portanto, é um formidável instrumento para nos  mantermos harmonizados com o <em>dharma</em>.</p>
<p><strong>Existem duas dimensões diferentes na prática da não-violência, que  estão intrinsecamente ligadas: uma pessoal e uma social. A primeira tem  a ver com a forma como a gente se relaciona consigo mesmo e com a nossa  prática pessoal de Yoga. A segunda tem a ver com a maneira em que  vivemos a vida em sociedade, com nossa família, nossos amigos, vizinhos  ou colegas de trabalho.</strong></p>
<p>A segunda dimensão da não-violência, a social, depende diretamente da  primeira, assim como a unha está ligada à carne. Se os praticantes de  Yoga ficarem conscientes o tempo todo da <em>ahimsa</em>, haverá uma  transformação profunda na sociedade. Os <em>shastras</em>, textos  tradicionais do Yoga, convidam o praticante, como corolário natural da  prática da não-violência, a adotar uma dieta vegetariana.</p>
<p>Em sânscrito, vegetarianismo se diz <em>shakaharah</em>. <em>Shakaharah</em> significa literalmente &#8216;comedor de vegetais&#8217; (<em>shaka</em> = vegetal). A  pessoa não vegetariana é chamada <em>mamsaharah</em>, que significa  &#8216;comedor de carne&#8217; (<em>mamsa</em> = carne). O <em>Manudharmashastra</em>,  um texto de mais de 2.000 anos de antiguidade, dá a seguinte explicação  sobre a palavra <em>mamsaharah</em>, &#8216;comedor de carne&#8217;:</p>
<p><strong><em>&#8216;Os sábios declaram que o significado da palavra</em> mamsa <em>(carne) é [o seguinte]: &#8216;ele (</em>sa<em>) irá comer minha  carne [na próxima encarnação] se eu (</em>mam<em>) comer a dele agora&#8217;.</em> </strong></p>
<p>Portanto <em>&#8216;mamsa</em>&#8216;<em> </em>significa literalmente &#8216;eu + ele&#8217;.  Isso nos leva ao tema da unidade que existe na criação e à constatação  de que, qualquer coisa que fizermos contra a harmonia universal, irá  irremediavelmente nos atingir no futuro.</p>
<p><strong>Algumas razões para o praticante de Yoga se tornar vegetariano</strong></p>
<p>O vegetarianismo tem sido adotado maciçamente pelos praticantes de  Yoga desde milênios atrás, por três motivos:</p>
<p><strong>1) </strong><strong>o <em>dharma</em> e a ética ambiental, </strong></p>
<p><strong>2) </strong><strong>a saúde e</strong></p>
<p><strong>3) </strong><strong>o progresso espiritual.</strong></p>
<p>Em relação ao primeiro ponto, vale lembrar o contexto da experiência  do George: considera-se comer carne um crime contra a lei universal,  porque isso significa participar, mesmo que indiretamente, em atos de  crueldade e violência contra o reino animal, mas também contra o meio  ambiente, quando somos coniventes com a destruição das florestas para  fazer pasto para engordar o gado. Se uma parte da extensão de terra  fértil usada atualmente para criar gado fosse utilizada para plantar  cereais, o problema da fome no mundo acabaria imediatamente.</p>
<p>Em relação à questão da saúde, está mais do que claro que uma dieta  rica em carnes é diretamente responsável por uma interminável série de  problemas de saúde, que vão desde a prisão de ventre até o câncer de  cólon, desde o mal de Parkinson até o mal da vaca louca, desde a  halitose até problemas cardíacos como o enfarte, que, aliás, é a  principal causa de mortes no mundo. Se continuarmos de olhos fechados  para essas constatações gritantes, continuaremos vivendo mal e morrendo  cedo. Uruguai, por exemplo, país onde o consumo de carne vermelha é  maciço, é recordista planetário em mortes por câncer de cólon (em  números relativos à população).</p>
<p>Em relação ao último ponto, o progresso espiritual, devo dizer que  nem todas as tradições espirituais do Oriente abraçaram o  vegetarianismo. O budismo tibetano, por exemplo, não menciona o assunto.  Isso acontece por dois motivos. Por um lado, o Tibet é um país íngreme,  alto e muito frio, onde não é possível para a maioria da população  seguir uma dieta vegetariana. Por outro lado, Buda não quis colocar  nenhuma restrição a seus monges em relação à alimentação para evitar que  eles se apegassem a uma dieta ou deixassem de aceitar o alimento que  lhes era dado como esmola.</p>
<p>De fato, o próprio Buda morreu em decorrência de uma intoxicação que  adquiriu num jantar onde lhe foi servido porco, que ele não rejeitou  pela questão do desapego mencionada acima. Não obstante esses dois  motivos, e outros que poderíamos mencionar, o Dalai Lama recomenda aos  seguidores do budismo tibetano a dieta vegetariana.</p>
<p>Excetuando-se o budismo, todas as demais tradições ascéticas da Índia  são taxativas em relação à dieta vegetariana: hindus, jainistas e  parses aderem desde tempos imemoriais ao vegetarianismo como meio para  purificarem não apenas seus corpos mas igualmente suas mentes e  corações.</p>
<p><strong>Para o </strong><strong><em>yogi</em></strong><strong> </strong><strong>consciente, devorar a  carne de animais mortos é um ato de barbárie que carrega consigo  conseqüências kármicas muito indesejáveis.</strong></p>
<p>Considera-se como regra que, se o alimento foge de você quando você  estende sua mão para pegá-lo, você não deve comê-lo. Se estender minha  mão para pegar um frango com a intenção de matá-lo para comer, é natural  que ele fuja para proteger sua vida. Até mesmo animais com limitações  de locomoção como as ostras fugiriam de você se tivessem pernas e  sentissem que você está atrás delas para comê-las!</p>
<p>Por outro lado, o reino vegetal parece dar seus alimentos sem  demasiado sofrimento. Se estender minha mão em direção a um cajueiro  para pegar seus frutos, este generosamente permite que me alimente com  eles. A árvore não sofre, o alimento é bom e eu tenho direito de me  beneficiar dele. Por causa disso, considera-se que a dieta vegetariana  esteja em harmonia com o <em>dharma</em>.</p>
<p>A lista de razões para adotarmos o vegetarianismo não se esgota aqui.  Sugiro que o leitor amplie sua pesquisa lendo bons livros sobre o  assunto ou pesquisando na internet. Um bom começo é visitar o <em>website</em> da Sociedade Vegetariana Internacional no Brasil: <strong><a title="Sociedade Vegetariana Internacional no Brasil" href="http://www.vegetarianismo.com.br/" target="_blank">http://www.vegetarianismo.com.br/</a></strong></p>
<p><strong>A transição para o vegetarianismo</strong></p>
<p>Então, como implementar uma dieta vegetariana sem criar um trauma em  nossos hábitos? Existem duas opções. A primeira, radical, é simplesmente  parar da noite para o dia, após haver refletido e amadurecido a idéia  por tempo suficiente como para não se arrepender da decisão ao primeiro  convite para o churrasco do próximo domingo.</p>
<p>A segunda, mais adequada para muita gente, é implementar uma série de  mudanças graduais nos hábitos alimentares e começar a entrar com mais  regularidade na cozinha para escolher e preparar o próprio alimento.  Ambas as opções exigem planejamento, pesquisa, bom senso e,  principalmente, uma mudança de visão em relação ao que significa  realmente alimentar-se.</p>
<p>É preciso ter muita coragem para combater o preconceito e os hábitos  sociais arraigados. Um vegetariano recente pode ouvir comentários como  estes, da parte de seus amigos ou família: &#8216;Então você virou  vegetariano? Você está comendo só grama?&#8217; &#8216;Mas essa canja tem pouquinha  galinha. Você não vai comer mesmo assim?&#8217; Se você não mantiver o foco em  seu propósito, a pressão social ou a familiar podem fazer fracassar seu  plano.</p>
<p>Pessoalmente, parei de comer carnes e ovos há mais de vinte anos. Em  verdade, já havia tomado a decisão no momento em que tive meu primeiro  contato com o Yoga, há mais de vinte e cinco anos. Porém, quando  anunciei para a minha mãe, desde o alto dos meus treze anos de idade,  que havia decidido parar de comer carnes, ela simplesmente me deu uma  bofetada e disse: &#8216;Se você acha que vou cozinhar especialmente para você  sem carne, está redondamente enganado&#8217;. O assunto morreu aí mesmo, mas  eu não desisti. Hoje em dia, minha mãe adotou a dieta vegetariana e  ajuda muita gente que quer parar de comer carnes.</p>
<p>Não fui bem sucedido naquela primeira tentativa por causa da minha  situação de dependência familiar. No entanto, o tempo passou e, quando  tornei-me  e comecei a morar sozinho, consegui finalmente realizar esse  objetivo. Devo dizer que não me custou nada parar com as carnes e os  ovos, pois minha motivação em relação à prática era muito forte e,  depois que você desenvolve uma certa sensibilidade através da meditação,  os mantras e as práticas mais sutis do Yoga, o vegetarianismo torna-se  uma necessidade.</p>
<p><strong>Definição de vegetarianismo no contexto do Yoga</strong></p>
<p>Por vegetarianismo, entende-se aqui a dieta alimentar que exclui  quaisquer tipos de carne, seja de vaca, ovelha, porco e outros  mamíferos, mas igualmente a das aves, peixes e &#8216;frutos do mar&#8217;. Os ovos  tampouco fazem parte da dieta vegetariana do Yoga, pois se considera o  ovo um tipo de carne líquida.</p>
<p>Mesmo se formos considerar o ovo não galado, ele não faz parte da  dieta simplesmente por uma razão de higiene: ovos não galados são  menstruação de galinha e, de modo geral, os <em>yogis </em>não se sentem  muito confortáveis alimentando-se da descarga menstrual dos simpáticos  bípedes. Aliás, uma pergunta que nenhum ovo-vegetariano me respondeu  satisfatoriamente até hoje é a seguinte: qual é a diferença entre comer  os ovos de uma galinha e os ovos de um peixe ou de uma tartaruga? Se  você come omelete ou bolo com ovos, porque torce o nariz para o caviar?</p>
<p>Por outro lado, a dieta vegetariana tradicional recomendada nas  escrituras admite o consumo de leite e seus derivados. É por isso que  esta dieta é chamada lacto-vegetarianismo. Os derivados do leite usados  na Índia, sejam de vaca ou búfala, são os seguintes: <em>paneer</em>, ou  queijo fresco, coalhada, iogurte, manteiga e <em>ghi</em>, ou manteiga  clarificada. Esses são produtos de fácil digestão para a maioria das  pessoas, embora haja gente com intolerância a lactose que deve evitar  todos os tipos de laticínios.</p>
<p>Na Índia não existem os queijos amarelos, curados ou gordurosos  desenvolvidos na Europa e trazidos para o Brasil pelos imigrantes  italianos e alemães. Na medida do possível, o <em>yogi </em>precisa evitar  esses queijos, pois contêm um excesso de gordura saturada e são de  difícil digestão, provocando um excesso de mucosidade que é extremamente  prejudicial para a prática do <em>pranayama </em>e os exercícios de  purificação, dentre outros. De resto, provindo do reino vegetal, vale  absolutamente tudo.</p>
<p>Afora a dieta lacto-vegetariana adotada pelos yogis, existe outra  opção alimentar, o veganismo, que exclui não somente as carnes mas  igualmente todo alimento de origem animal, como os laticínios e o mel. O  veganismo leva até as últimas conseqüências a preocupação ética em  relação ao tratamento que os animais recebem das indústrias alimentar e  do vestiário, eliminando sumariamente não apenas os alimentos de origem  animal mas também quaisquer artigos de couro ou outros sub-produtos da  mesma origem.</p>
<p>É bom lembrarmos que essa iniciativa nasceu igualmente na Índia, onde  artigos feitos de couro como roupas, sapatos, cintos e outros  acessórios, nunca foram usados por praticantes sérios de Yoga.</p>
<p><strong>Vegetarianismo e Ayurveda</strong></p>
<p>Uma coisa interessante na hora de escolher o alimento e o tempero que  se usa para dar sabor às refeições, é se esse alimento e esse tempero  estão de acordo com nosso biotipo individual. Esse biotipo individual  chama-se <em>dosha</em>, em sânscrito.</p>
<p>O Ayurveda, a ciência indiana de manutenção da saúde, recomenda uma  série de alimentos para cada biotipo. Nem todos os alimentos  considerados bons, são bons para todos nós. Você já se perguntou porque,  quando duas pessoas comem exatamente a mesma coisa, uma delas digere o  alimento com facilidade e a outra não? O Ayurveda responde essa pergunta  e muitas outras que possam surgir ao longo do processo de tornar-se  vegetariano, indicando os alimentos mais adequados para cada tipo de  constituição individual.</p>
<p>Se você não escolher corretamente seu alimento, não conseguirá  digeri-lo bem e vai achar que a dieta vegetariana só dá gases, ou que  ser vegetariano não é uma boa opção para você.</p>
<p>Se o amigo leitor quiser ampliar sua pesquisa a esse respeito,  existem algumas dietas recomendadas para os diferentes <em>doshas </em>disponíveis  neste mesmo website. Não obstante, para escolher com propriedade uma  dieta, é preciso conhecer primeiramente seu biotipo fazendo um teste  rápido que pode ser achado usando o mecanismo de pesquisa deste website.</p>
<p><strong>Ser <em>yogi </em>= ser vegetariano?</strong></p>
<p>Existem <em>yogis </em>atualmente que, por diferentes motivos, não  aderem à dieta vegetariana. Esses praticantes podem apresentar situações  peculiares de saúde, ou manter condicionamentos que lhes impedem de  assumir o vegetarianismo de maneira plena, ou simplesmente não darem ao  vegetarianismo a importância que ele merece na tradição. Pessoalmente,  acredito que essas pessoas têm pleno direito de agirem conforme suas  próprias consciências.</p>
<p>O aparente paradoxo que pode surgir do confronto destas afirmações  com o resto deste texto resolve-se no foro íntimo de cada um. Em suma,  adotarmos ou não o vegetarianismo é uma questão de ética, sensibilidade,  desapego e preparo.</p>
<p><strong>Um dos grandes perigos que tenho visto em relação a isso no  pequeno mundo do Yoga é que algumas pessoas se acham no direito de  julgarem os demais em função do que elas comem, como se ser vegetariano  fosse garantia e elevação espiritual e não o ser fosse sinal do  contrário. </strong></p>
<p><strong>Nunca foi correto julgar alguém em função do que a pessoa põe  no prato.</strong> Adolf Hitler, por exemplo, era vegetariano. Eu não  colocaria esse assassino psicopata na categoria das pessoas  espiritualmente elevadas. O Dalai Lama, embora já tenha mantido durante  um tempo a dieta vegetariana, come carne ocasionalmente por indicação  médica. Eu não diria que ele tem uma estatura espiritual pequena.</p>
<p>Portanto, adotar o vegetarianismo pode ajudar, mas não é sinal de  realização espiritual. Assim como não existe um teste que possa ser  aplicado ao ser humano para determinar seu grau de espiritualidade,  tampouco podemos considerar que a adoção de uma determinada dieta  signifique alguma coisa em termos de progresso espiritual.</p>
<p>Se você for trocar seus condicionamentos atuais por outros, como a  tendência a julgar os demais pela dieta ou a se considerar superior pelo  fato de ser vegetariano, é melhor que continue comendo carne até  resolver seus problemas de fundo.</p>
<p>Em suma, se a prática do Yoga não estiver nos ajudando a sermos  pessoas melhor resolvidas, mais felizes e legais, isso pode ser sinal de  que não estamos praticando com a atitude correta, de mente equânime e  coração aberto. O melhor é fazermos nossa prática sem julgar a dos  demais. Para concluir, deixo o leitor com uma reflexão do <em>shaiva  yogi </em>Tirumular, do sul da Índia:</p>
<p><strong><em>&#8216;Como pode praticar a verdadeira compaixão aquele que  come a carne de um animal para engordar sua própria carne? Maior do que  mil oferendas de </em>ghi <em>no fogo sagrado é não sacrificar nem  consumir nenhuma criatura viva.&#8217;</em></strong></p>
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		<title>O Presente e Eterno!</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 19:15:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hatha, Ashtanga, Iyengar Yoga, meditação</dc:creator>
				<category><![CDATA[FILOSOFIA DO YOGA]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrito em Portunhol por Jagannath Na  jayate mriyate va kadacin nayam bhutva bhavita va bhuyah nd purano sasvato nityah ajo &#8216;yam NA hanyate hanyamane sarire Capitulo 2 &#8211; Texto 20 Bhagavad Gita Para a alma não existe nem o nascimento nem a morte. Ele não chegou a existir, não vem a ser, e não virá [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2414&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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</strong></p>
<p style="text-align:center;">Escrito em Portunhol por Jagannath</p>
<p style="text-align:center;"><em>Na  jayate mriyate va kadacin</em><em><br />
<em>nayam bhutva bhavita va bhuyah nd</em><br />
<em>purano sasvato nityah ajo &#8216;yam</em><br />
<em>NA hanyate hanyamane sarire</em></em></p>
<p style="text-align:center;"><em><em>Capitulo 2 &#8211; Texto 20</em></em><em><em><br />
Bhagavad Gita </em></em></p>
<p>Para a alma não existe nem o nascimento nem a morte. Ele não chegou a existir, não vem a ser, e não virá a ser. Ela é não nascida, eterna, sempre existente e primordial. Ela não morre quando o corpo morre.</p>
<p>A natureza eterna da jiva ou alma individual é aqui claramente comprovada. A primeira linha nega a possibilidade de nascimento e da morte para a alma no momento presente. A segunda linha nega o nascimento e morte no passado e no futuro. Por isso, é nascer (<em>aja</em>): No passado, presente e futuro. Por causa do que não nasce, não tem precedente não-existência (<em>prag abhava</em>). Ela existe em todos os tempos (<em>sasvatah</em>), Significando que em nenhum momento no passado, presente ou futuro, ele será destruído (<em>dhvamsa</em>). Portanto, é eterna (<em>nityah</em>).<br />
E na ultima linha o Senhor supremo afirma “na” Não, Ela não morre quando o corpo morre. Porque ele não tem uma relação com o corpo (sarire), a alma não é subserviente.<br />
A verdade clara esta dita aqui sem rodeios, nos somos em essência espíritos, almas eternas o que perece são os corpos! Boas novas então, não mais medo, nem ansiedades por causa da morte inevitável para este corpo. Nos estamos alem da matéria perecível, estamos alem deste mundo que renasce e morre a cada instante. entender este fato e entender a essência da vida! Somos parte dela, somos eternamente vivos assim explica o Senhor Krishna na sua Canção! Eternos para entender, eternos para amar em comunhão e felicidade! Boas novas para todos que alguma vês sentimos o desesperança do curto tempo a ser vivido. Agora temos o presente sempre a nosso dispor pois o presente e eterno!!</p>
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		<title>Trazendo o Yoga para fora do tapetinho!</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 17:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hatha, Ashtanga, Iyengar Yoga, meditação</dc:creator>
				<category><![CDATA[FILOSOFIA DO YOGA]]></category>
		<category><![CDATA[niyamas]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrito em Portunhol por Jagannath Séculos atrás, um lendário sábio indiano, erudito, gramático e yogue &#8221; Patanjali&#8221; escreveu seu tratado do &#8221; Yoga Sutra&#8221;  para esclarecer e preservar os antigos ensinamentos orais de yoga. Seu livro descreve o funcionamento da mente humana e prescreve um caminho para alcançar uma vida livre de sofrimento. Talvez por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=atmashala.wordpress.com&amp;blog=5033294&amp;post=2408&amp;subd=atmashala&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://atmashala.com/yoga/wp-content/uploads/2009/04/yoga-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1285" title="yoga-2" src="http://atmashala.com/yoga/wp-content/uploads/2009/04/yoga-2.jpg" alt="" width="500" height="100" /></a></p>
<p>Escrito em Portunhol por Jagannath</p>
<p>Séculos atrás, um lendário sábio indiano, erudito, gramático e yogue &#8221; Patanjali&#8221; escreveu seu tratado do &#8221; Yoga Sutra&#8221;  para esclarecer e preservar os antigos ensinamentos orais de yoga. Seu livro descreve o funcionamento da mente humana e prescreve um caminho para alcançar uma vida livre de sofrimento.</p>
<p>Talvez por que os Sutras de Patanjali  se concentrem em conseguir a liberdade pessoal que vem com o auto-conhecimento, às vezes esquecemos que seus ensinamentos têm profunda relevância para aqueles de nós que lutam com o mistério das relações humanas. Aprender a viver com os outros começa com aprender a viver com nós mesmos, e os Yoga Sutra fornece muitas ferramentas para ambas as tarefas.</p>
<p>A ligação entre os ensinamentos de Patanjali e melhorar nossos relacionamentos não pode ser aparente à primeira vista. O conceito de abandonar o ego é o fio que tece os dois juntos. Quando nos agimos e reagimos com nosso  ego individual, sem o benefício de uma perspectiva adequada e compaixão, nós certamente não estamos praticando yoga e que também são potencialmente prejudiciais para  aqueles que nos rodeiam. Os Sutras de Patanjali  dá-nos ferramentas para melhorar nossos relacionamentos, despir das ilusões e nos  conetar  com o nosso verdadeiro eu, com os outros e com a própria vida.</p>
<p>Entre os mais importantes destes instrumentos são chamados de  niyamas, A segunda parte  do sistema que  apresenta Patanjali  de oito  prescrições no primeiro capitulo denominado Samadhipada . Em sânscrito, niyama significa &#8220;observar&#8221;, e essas práticas estendem as diretrizes éticas previstas na primeira parte, o yamas. Enquanto &#8220;yama&#8221; é geralmente traduzida como &#8220;contenção&#8221;,  as ações contorno yamas e atitudes que devemos evitar, o niyamas descrever as ações e atitudes que devemos cultivar ou observar  para superar a ilusão da separação e do sofrimento que ela causa. Os cinco niyamas são: pureza (Saucha); Contentamento (Santosa); Austeridade (Tapas); Auto-observação (Svadhyaya)E devoção ao Senhor (Isvara pranidhana).</p>
<p>Sauca</p>
<p>Este é o primeiro Niyama ou regra de yoga e diz sobre  limpeza. No entanto, no Yoga Sutra de Patanjali, Sauca tem um significado mais profundo, com ambos os aspectos interior e exterior da limpeza de uma pessoa incluída na mesma. limpeza externa se refere à higiene pessoal, enquanto a limpeza interna indica a manutenção de um corpo saudável e mente, com o pensamento positivo. Limpeza da mente é obtido pela remoção das impurezas mentais, tais como inveja, orgulho, raiva e assim por diante. Por outro lado, a pureza do corpo é atingido não só pela limpeza de peças de um corpo, mas também pelo consumo de alimentos nutritivos e de seguir uma dieta bondosa, satvica.</p>
<p>Samtosa</p>
<p>Esta é a segunda regra  de Niyama e representa o contentamento. Significa também aceitar a verdade &#8220;como é&#8221;.</p>
<p>O Yoga Sutra ensina-nos que em vez de luto ou reclamo sobre as coisas que deram errado, nós devemos aceitar a verdade e aprender com ele. Destina-se a ajudar uma pessoa a atingir um estado de calma e felicidade, independentemente do que está acontecendo no mundo exterior.</p>
<p>Tapas</p>
<p>&#8220;Tapas&#8221;, a força de ser afetado por opostos, como o calor eo frio, fome e sede, sentado e em pé, etc Também se refere à atividade de manter o ajuste do corpo, ou para enfrentar e lidar com os impulsos interiores sem mostrar a os outros. Tapas significar também a limpeza do entulho existente no interior do corpo, através de asanas e pranayama. ofertar  &#8216;tapas&#8217; com hábitos alimentares corretos e padrões respiratórios. O principal objetivo desta regra é tornar nossa mente pura e limpa.</p>
<p>Svadhyaya</p>
<p>O quarto Niyama do  yoga é Svadhyaya, o que significa tornar-se perto de si, através da meditação e auto-exploração. O próprio nome explica o significado &#8211; &#8220;Sva&#8221; significa:  auto e adhyaya, significa examinar. Refere-se a conhecer mais e mais sobre si mesmo, intencionalmente. Esta regra nos ensina a abandonar tendências destrutivas. Ela nos ensina a estar centrado e não reativo para as dualidades, para queimar as tendências indesejáveis e auto-destrutivas.</p>
<p>Isvarapranidhana</p>
<p>Isvarapranidhana, a quinta regra da yoga, é também conhecido como &#8216;a Celebração espiritual &#8220;. O significado simples de Isvarapranidhana é colocar todas as suas ações aos pés de Deus. O Yoga Sutra nos ensina a aceitar o fato de que nem sempre se obtem aquilo que deseja, na vida. Nós só devemos estar preocupados em colocar todos os nossos esforços em uma tarefa específica. Quanto ao resultado final,  deve ser deixada a Deus. Esta regra também nos instrui a passar algum tempo, a cada dia, em reconhecimento e de realização da força onipresente (Deus), que é maior do que nós e está guiando e orientando o caminho da nossa vida em todos os momentos.</p>
<p>Observando estes niyamas poderemos interagir de melhor maneira com nossa existencia, com a existencia do proximo e com a existencia maior.  Como se menciona  na Bhagavad Gita uma pessoa em Yoga nao perturba ninguem nem se deixa perturbar!  Entao que nosso espiritu seja repleto com pureza, contentamento, força, e devoção ilimitada!</p>
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